SONHOS E ENCANTOS

SONHOS E ENCANTOS

segunda-feira, novembro 12, 2012

MEMÓRIAS DE UMA SENHORINHA __ OUTROS RUMOS


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i order="0" height="233" width="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-nZ2Wq7F1wak/UKFLLgYreLI/AAAAAAAAGjc/dhhobGEm26w/s320/02_mag01.JPG" /> dth="353" height="132">



E, novamente, a vida retomou o seu ritmo normal...brincadeiras com os filhos, final de semana com os amigos e a casa cheia de sons...o violão da amiga Drinha, as melodias sentimentais,do samba canção ao bolero, as comidinhas improvisadas pelo amigo Zé Schettini e pela Hélvia, a amiga Ângela (a mesma que a ensinou a dançar o rock e o twist) e o noivo Paulo do Vale, o Walter (Telo),sua noiva Emirene, a Hulda e o Elito, namorados na época, o cunhado Brandãozinho e sua esposa Marlene...estes os mais frequentes. Em alguns outros sábados havia outras pessoas, mas os habituais eram estes.
Foram vários os fatos interessantes ocorridos nestes finais de semana, regados a Cuba Libre ( a bebida da época, rum com coca cola)

Receita de Cuba Libre


Ingredientes:

1 limão
2 doses de rum leve
Coca-Cola ou Pepsi Cola

Modo de preparar:
Esprema o limão num copo e deixe cair as metades da fruta. Soque-as e junte cubos de gelo. Adicione o rum e complete com a Coca-Cola ou Pepsi. Mexa bem e sirva.

Era uma delícia e para quem nunca havia bebido nada( só a cerveja preta da época da amamentação e o vinho "batizado com água" da infância e puro nas comemorações familiares) era um senhor drink.
E as comidinhas? Na maioria das vezes era um peixe feito pelo Zé Schettini e pescado por ele, Paulo do Vale e Drinha (Marília Chiarelli) Eles mesmos limpavam os peixes e depois, Hélvia e o Zé o preparavam...uma delícia!
Algumas vezes eram preparados franguinhos, apanhados ( surrupiados) no galinheiro do sogro ...ás vezes se reuniam na casa do irmão do Walter, o Norton...este era casado com a irmã do Paulo, a Virinha...e, em uma destas vezes, o nosso querido cozinheiro, acompanhado do irmão da dona da casa, assaltou o galinheiro da  casa, amordaçando a galinha para que não gritasse enquanto os demais distraiam os donos da casa...após preparem a "penosa",vieram servi-la e os queridos amigos adoraram a surpresa...só ficaram sabendo que era do próprio galinheiro, quando só havia ossos para relembrá-la.
De outra feita, na fazenda, resolveram dançar o cancan e animadamente se puseram a ensaiar...só que a amiga Ângela levantou a perna esquerda e ela, a nossa senhorinha, a direita...foi uma "rasteira" bem dada, ela caiu e a amiga também, sobre ela, aliás, sobre o seu braço. Imaginem a dor e o choro de uma pessoa com o braço quebrado e as outras pessoas a falarem que era "apenas" um destroncado...seu pobre braço foi puxado para chegar no lugar inúmeras vezes e de manhã, após uma terrível noite, resolveram levá-la ao farmacêutico (não havia hospital na cidade e muito menos médico), o qual decidiu que deveria colocar o braço "no lugar"...após novos puxões, um braço já inchado e uma pessoa protestando veementemente, resolveram que o melhor seria levá-la para Muriaé. Em resumo, demoraram uma hora para decidir e duas de viagem...após três horas, o braço, que não parara de doer, já estava muito inchado e foi dificílimo engessar. Resultado, um braço que nunca mais foi o mesmo. Mas ela, a senhorinha, já recuperada e sem dor, nem se incomodou com isto...
 Belos tempos aqueles...

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 E o pai resolveu fazer-lhe uma surpresa...um jeep, amarelinho, antigo, 1951, lindo...a charrete seria aposentada e ela passaria a ir  de carro para as aulas... foi um sucesso aquele novo meio de transporte...nunca mais as birras de seu "Paraíso", nunca mais a ladainha de esperar encontrarem o seu paradeiro quando desaparecia na imensidão dos pastos.
E o irmão seria o seu professor...mais uma aventura para ela, que já havia dirigido o carro do pai algumas vezes.Só havia um pequeno problema, o querido Bel Air era hidramático e o jeep não...outro problema, a falta de paciência do irmão. Ela chegou a dirigir algumas vezes, mas detestava ter que passar as marchas e o marido por medo de que lhe acontecesse algum acidente, passou a levá-la todos os dias. Adeus, independência!

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Os pais compraram um terreno no Recreio dos Bandeirantes e nas férias outras atividades os aguardavam:aos sábados acompanhar a mãe em uma grande empreitada, indo até Vargem Grande, que na época era povoada por fazendas e buscar terra e esterco para que ela plantasse mudas e mais mudas de árvores frutíferas, pois o seu sonho era transformar aquele espaço em um grande pomar. E mudas de mangueiras, abacateiros, laranjeiras, limoeiros e cajueiros foram plantados, dando início a uma fase de regas e limpeza do terreno que um dia seria farto destas frutas.
Uma casa pré fabricada foi montada, tendo apenas a cozinha e o banheiro em alvenaria. Uma bomba acionada manualmente, trazia a água necessária ao consumo diário...para se tomar banho era necessário várias bombadas para encher a caixa...mas tudo se transformava em uma grande aventura para todos,
O Recreio dos Bandeirantes fica na zona Oeste do Rio de Janeiro e hoje é uma região badalada e super povoada. Na época, entretanto, poucas casas havia por lá, as ruas não eram asfaltadas e onde hoje há praças e shoppings havia um imenso areal, onde as crianças brincavam de escorregar.


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Recreio dos Bandeirantes


Vista da Prainha.
Um dos principais distritos da região da Barra, o Recreio situa-se entre o mar, a Barra da Tijuca, Vargem Grande / Vargem Pequena, e Grumari. Possui a segunda maior população da região e também várias opções comerciais, como o Recreio Shopping. Apresenta menor nível de verticalização que o bairro da Barra da Tijuca, e, movido pela proposta de ser um bairro ecológico e de elevada qualidade de vida, abriga em seu bastante arborizado interior o Parque Ecológico Chico Mendes, o Parque Marapendi, fora outras reservas, sendo também muito bem servido por praças arborizadas e inúmeras ciclovias.

Educação e ciência

A região conta com diversos estabelecimentos de ensino fundamental, unidades pré-escolares, escolas de nível médio e algumas instituições de nível superior.
Dentre instituições de ensino superior instaladas na região observam-se o IBMEC, a Pontifícia Universidade Católica (com cursos de extensão universitária), a FGV (cursos de MBA), a Universidade Gama Filho, a Universidade Estácio de Sá, a Unigranrio, dentre outros.

Cultura, lazer e qualidade de vida


Fachada do New York City Center
Dentre as opções de cultura e lazer da região estão grandes shopping centers, salas de cinema multiplex, complexos esportivos, teatros, parques, trilhas naturais e as praias da região.

Hoje é esta a realidade do Recreio dos Bandeirantes ,mas na época, lá nada havia, apenas uma praia quase deserta e uma enorme vastidão de areia, até a nossa casa. Passávamos pela estrada do Joá, com suas perigosas curvas e era uma verdadeira viagem, com nosso carro carregado de panelas, pratos e talheres. A iluminação era à gás, com lampiões em todas as portas e dentro dos cômodos. Tínhamos que levar todos os gêneros alimentícios, pois lá só havia uma pequena "Tendinha", com pouquíssimos recursos.

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 Por hoje é só, amigos...voltarei na próxima semana, com a senhorinha no Recreio dos Bandeirantes.
                            Bjssssssssssss,

 
 
 

34 comentários:

Moro em um Kinder Ovo disse...

Como é que a gente sobreviveu à ressaca de um cuba libre? Eu pelo menos nunca quebrei nada... Ri muito com a crônica de hoje e fico imaginando a cena. Comprar galinha era caro ou difícil? Eu também já fiz isto e hoje é tão prático e barato ir ao supermercado... vá entender!!!!

Anne Lieri disse...

AI Leninha,que chato esse tombo durante o can can!...rss...tempos gostosos, de amizade!Adorei as galinhadas tb!...rss...faziamos muito no interior!...rss...e a cuba libre? Tb gostava e adorei a receita!Bjs e boa semana!

✿ chica disse...

Que lindo,Leninha! Adorei lembrar e me deu vontade da cuba libre. Coisa boa! E a estradinha do Joá? E p Recreio dos bandeirantes nada tinha lá, a não ser uns dois vendedores de milhos e, panelões. Muito bom recordar contigo aquela época. ADOREI! beijos,chica

Marly disse...

Leninha,

Depois de duas gargalhadas: por causa do amordaçamento da galinha e da queda, durante a dança do can can (esta não era para rir, por causa das consequências, mas que foi engraçado foi, rsrs), senti uma certa nostalgia, pois parte desses acontecimentos foram vividos por minhas tias e algo ficou em mim, que era muito criança na época. Mas eu me lembro bem dos modismos e coisas tais.
A outra constatação é quanto às eternas mudanças de tudo, né?

Beijo, boa noite e boa semana

Imac by Artes disse...

Que bela postagem amiga!
Narrastes de uma forma tão carinhosa... Amei te ler!
Abraços! Uma semana abençoada e feliz pra ti.

Ivani disse...

Ah! Leninha, que delicia essa postagem!
Que saudade do "cuba libre". Nós tomávamos nos bailinhos de comissão para formatura.
Os meninos levavam o run, as meninas a coca-cola. Vendíamos as doses para juntar dinheiro para a festa de formatura.
Enquanto isso...dançávamos! rsrsrsrs
tempo bom demais Leninha, voce me fez recordar.
As reuniões em sua casa eram mesmoa boas em?
Fiquei imaginando a alegria de voces, tão distantes dos grandes centros mas antenados com as músicas e danças, e tendo essa oportunidade de reunir os amigos em casa.
Uma vida muito gostosa.
O jeep deve ter deixado saudades, mas a independência teria sido bem melhor, não é?
Mas valeu!
Quanto ao Recreio dos Bandeirantes penso que era bem melhor naqueles tempos.
Sei que hoje é uma lugar muito valorizado, com grandes condominios de casas lindas. Mas a calma, a poesia daqueles tempos, nunca mais terá.
Amei tudo isso amiga, e vamos lá com a continuação em? nada de preguiça como essa sua amiga aqui.
Ando muito cansada, mas vou continuar, sei disso.
Beijos, boa semana.

Beatriz Bragança disse...

O seu blog tem um nome maravilhoso.E essas recordações de antanho,fazem-me reviver os meus tempos de menina.Agora, o que dói mesmo é a descrição do braço partido.Como conseguimos sobreviver?...
Adorei a maneira como nos «mostrou» não só a vida naquela época, mas também o Recreio dos Bandeirantes.
Surripiar uma galimha, sem que ninguém desse por isso, não deve ter sido tarefa fácil.
Parabéns.Continue assim, com essa facilidade de escrita de que tanto gostei.
Um abraço
Beatriz de Bragança

Beatriz Bragança disse...

O seu blog tem um nome maravilhoso.E essas recordações de antanho,fazem-me reviver os meus tempos de menina.Agora, o que dói mesmo é a descrição do braço partido.Como conseguimos sobreviver?...
Adorei a maneira como nos «mostrou» não só a vida naquela época, mas também o Recreio dos Bandeirantes.
Surripiar uma galimha, sem que ninguém desse por isso, não deve ter sido tarefa fácil.
Parabéns.Continue assim, com essa facilidade de escrita de que tanto gostei.
Um abraço
Beatriz de Bragança

Dalva Rodrigues disse...

Acho que quem ficou mais contente com o presente foi o "Paraíso"!!!!
Engraçado, antigamente as casas eram mais distantes e as pessoas mais próximas...Acho que isto está mudando um pouquinho, algumas pessoas estão sentindo essa necessidade de contato mais próximo com as pessoas queridas.

Beijos!

Túlia Catalão disse...

Mais uma prenda que nos dá esta menina com os seus arroubos de alegria e aventuras.
Uma "avant- garde" Leninha que tanto admiro. E esses caminhos essa fase de vida nova...um encanto!
Adorei!
Bjis

Eloah disse...

Querida que belas memórias.A nova geração não sabe o encanto destes tempos.Parabéns pelo dom que tens de rememorar e transmitir com tanta precisão para que possamos caminhar contigo nestes memoráveis tempos.
Brisas e flores para você.Bjs Eloah

lenalima disse...

Sempre bom passar poraqui e te ler.
entro no túnel do tempo e não quero acordar, sua história se passa no Rio de Janeiro, a minha no interior de S.Paulo, mas ambas são parecidas...tenho muitas sdss daqueles tempos, a vida era maravilhosa e demorava para passar..hoje não se dá tempo nem de respirar.
lindo boa tarde! bjss

Calu disse...

Ô tempos alegres, regados a boa música, espontaneidade e cubas-libre, rsrsrs
Revendo isto, vc não se pergunta como deu conta de tudo e, com elegância?
Pois é, minha querida Leninha, nós quebramos muitas pedreiras, não é mesmo?
Bjkas,
Calu

Barbara Editora disse...

Eta que dá uma saudade danada de algumas coisas!... rsss
Adorei essa narrativa de hoje! E gostei bem da parte do jipão! Sabe que eu quase comprei um? Foi meu pai que colocou o "freio" no negócio... disse que eu ia fazer muita "caca", e não me incentivou muito a fazer esse investimento... rsrs (fiquei aborrecida com isso, mas no fundo, acho que, como sempre, ele tava certo! rss)
Muito bom passear com você por esses momentos!
Um beijo, amigamada!

Helena Chiarello disse...

Alá!!
Tava respondendo emails aqui e acabei comentando como "Bárbara Editora".... kkkk! Tá loco!

Então, pra não apagar, só copiei e colei! rsss

Lá vai de novo!

Eta que dá uma saudade danada de algumas coisas!... rsss
Adorei essa narrativa de hoje! E gostei bem da parte do jipão! Sabe que eu quase comprei um? Foi meu pai que colocou o "freio" no negócio... disse que eu ia fazer muita "caca", e não me incentivou muito a fazer esse investimento... rsrs (fiquei aborrecida com isso, mas no fundo, acho que, como sempre, ele tava certo! rss)
Muito bom passear com você por esses momentos!

Um beijo, amigamada!

manuela barroso disse...

Mas cada vez surpreendes mais com as tuas atitudes vanguardistas, com "cuba libre", can-can e jipes...Menina, agora fiquei a ler, a olhar para o blog se eras mesmo tu!És uma verdadeira caixinha de surpresas! Essa de partir o braço, continuar... A descrição da charrette abandonada no "museu"...e a adaptação ao novo veículo, está demais! Sempre a tua escrita alegre, com as pausas necessarias entrecortadas com passagens do tempo. E a casa com os contornos no espaço que já não é o mesmo.
Tudo como se estivesse a viver contigo minha querida Leninha.
Espero pela próxima ansiosamente.
Um ternurento abraço

SOL da Esteva disse...

Relato bem mais social; na verdade crescer, tomar a maioridade das liberdades é algo da vivência da Sociedade da época. Porém, uma trajectória um tanto "avançada", não?
Mas foi bom viver o momento e isso fica nas recordações que ora relatas.
Cuba livre!...


Beijos


SOL

ONG ALERTA disse...

Beber com responsabilidade sempre pode, bons tempos.
Beijo Lisette.

Catia Bosso disse...

Amiga, somente agora consegui entrar aqui no seu blog... que bom que voltou ao normal...

Só a 'cuba' ja valeu o texto todo... adoro!!!! rs


bjsMeus
Com carinho
Catita

Dalva Rodrigues disse...

Oi Leninha, adorei sua visita ao Pinceladas e o comentário. Sempre estava para comentar isso, que meu pai era de Miraí, tão pertinho de sua Muriaé, ele sempre me contava que quando ele (12 anos) a família vieram para São Paulo, tempos difíceis de pós guerra, pernoitaram num hotelzinho em Muriaé que para ele era uma cidade bem grande se comparada a sua pequena Miraí.Nunca mais voltaram para lá, mas me contaram vários causos de suas infâncias...

Beijos!

* Edméia * disse...


*Leninha, tô aqui conhecendo este

teu espaço e apreciando-o muito !

*Já te sigo.

*Obrigada pelo teu comentário no

meu blog "Caderninho da Meméia" !

Quando puderes, quiseres, dê uma

olhadinha no outro blogue que

possuo :

www.mesadeestudo.blogspot.com

Deixe lá um comentário teu

para que eu tenha a alegria de

saber que você passou por lá ;

tá ?! :)

Ani Cristal disse...

Oi Leninha querida


Adorei!!!
Como é bom ler teus escritos.


Beijos
Ani

Ani Cristal disse...

Oi Leninha querida


Adorei!!!
Como é bom ler teus escritos.


Beijos
Ani

Mônica disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Mônica disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
J Araújo disse...

Leninha, obrigado pela visita. Fiz um tour pelo seu blog. não vou enumerar um post, mas todos que tive a oportunidade de ler são excelentes.

Parabéns!

Bj no coração

Arione Torres disse...

Olá minha amada e querida amiga Leninha boa tarde!!!! que linda recordação amei,minha linda te desejo um maravilhoso e abençoado fim de semana que o nosso bom Deus te abençoe cada dia mais, vc é uma joia rara aos olhos do pai.não é por acaso que eu tenho um carinho muito espeçial por vc, um grande abraço meu anjo.beijossss

Túlia Catalão disse...

Querida Leninha
Um encanto sempre que posta as suas lembranças. Fico fascinada com essa garra enorme de uma menina que agora está a afirmar-se cada vez mais. E que segurança!
Fico rendida!
Bom domingo querida amiga
Muitos bjis

Zilani Célia disse...

OI LENINHA!
ESTÁS FAZENDO UMA VOLTA AO PASSADO QUE TENHO CERTEZA, PRAZEROSA PARA TI, POIS RECORDAR É VIVER NÉ?
AO MESMO TEMPO, NOS DELICIAMOS COM TEUS RELATOS, QUE SÃO SUPER INTERESSANTES, PRINCIPALMENTE POR TUA FORMA DE NARRÁ-LOS.
ABRÇS


zilanicelia.blogspot.com.br/
Click AQUI

Profª Lourdes disse...

Olá Leninha!!
O que é ser blogueiro(a)? Ainda existem pessoas que não reconhecem a importância deste trabalho . Apesar de parecer fácil ser blogueiro (a) leva-se tempo e requer muita paciência, não basta saber manipular um blog e ter uma boa escrita ou conteúdo para postar. O blogueiro deve entender o que está postando, estudar sobre o assunto, ter comprometimento com os leitores e autores citados, dedicação, ao seu blog e aos dos seus seguidores, dando vida , comentando, participando,ter ética e principalmente ter amor ao que faz.
Quem conhece esta ferramenta virtual se apaixona , realiza este trabalho com carinho, mesmo tendo o tempo limitado, porque alem dos conhecimentos adquirido nesta diversidade cultural firma grades amizades
Hoje comemoro com apenas sete meses de vida do blog, 500 seguidores. Já ultrapassamos e vamos aos 550 que é a meta para a final do sorteio e se Deus quiser outros virão se juntar a nós para valorizar este trabalho, que sozinha jamais conseguiria tanto sucesso.
Como diz augusto Cury: “A vida é um grande espetáculo. Só não consegue homenageá-la quem nunca penetrou dentro de seu próprio ser e perceber como é fantástica a construção da sua inteligência”.
De uma coisa tenho certeza, não tem idade para aprender quando queremos seguimos em frente e realizamos os nossos sonhos.
Obrigada por fazer parte deste grupo de amigos, sua presença naquele cantinho é muito importante. Desejo muito sucesso na tua vida, e dos seus familiares e amigos e que Deus nunca nos abandone e que nos ame cada vez mais. Bjuss
Abraços da amiga Lourdes Duarte
http://professoralourdesduarte.blogspot.com.br/

#*Marly Bastos*# disse...

Leninha essa nossa Senhorinha não era de ficar quieta heim??
Eu somente uma vez tomei cubra libre e meus primos quem fizeram[e fizeram com pinga] e pensa numa manguaça! Vomitei até o cérebro, mas não sei se com rum ia ser melhor kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Adorei as fotos e todas as recordações que escreveu tão lindamente minha querida.
bjks doces e uma semana abençoada

Mariazita disse...

Querida Leninha
Estive a pôr em dia os atrasados... lendo também o actual, claro.
Continuo a pensar, e dificilmente mudarei de ideia, que todos estes episódios poderiam resultar num óptimo livro.
O assunto, ou antes, os vários assuntos que vão sendo abordados são do maior interesse. E a maneira "leve", descontraída e com encantadora singeleza com que são descritos, tornam-nos extremamente atraentes.
Acompanho-os com o maior prazer.
E fico aguardando o livro :)

Uma semana iluminada por muitas alegrias.
Beijinhos

Anne Lieri disse...

Vim reler sua bela história e sempre tem mais e mais a ver!Muito legal o jeep amarelinho que ganhou!...rss...bjs e boa semana!

Severa Cabral(escritora) disse...

Que legal amiga !!!!!!
Como vc destrincha uma história tão real em detalhes da qual nos chama para uma bela leitura ...sempre hipnotizada com tudo que leio...
Bjsssssssssssssss

Memórias  de uma senhorinha “ Segue o teu destino, rega as tuas plantas, ama as tuas rosas. O resto é sombra de árvores alheias.” Fer...

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