SONHOS E ENCANTOS

SONHOS E ENCANTOS

quarta-feira, agosto 21, 2013

Nosso Encontro com Lucinha




Renata,Lucinha e Jô
Ana e Carol


Foi na Arlequim*,uma livraria deliciosa,situada no Paço Imperial,que aconteceu o nosso encontro,repleto de emoções,alegria e muito,muito afeto.Neste ambiente,onde se respira História e se sente no ar,nas paredes e nas imensas portas uma atmosfera de outras épocas,neste ambiente vamos encontrar a modernidade presente nas estantes e nos escaninhos:livros os mais diversos,CDs,DVDs e filmes de todas as épocas.E a música que se ouvia,lenta e suave,nos transmitia paz e suavidade,calma e relaxamento.

Um capítulo à parte,o cardápio nos brindava com finas iguarias,bebidas atraentes e sobremesas deliciosas e tentadoras.


Sexta feira foi o nosso encontro e nos divertimos muito,nos emocionamos bastante e soubemos aproveitar todos os instantes...o local é lindo,nos remetendo ao período imperial,pois a atmosfera é carregada(assim eu senti) das recordações de uma época muito linda de nossa História,mas ao mesmo tempo de muitas revoltas e sentimentos de tristeza por parte daquelas mulheres que tiveram que abandonar suas pátrias e vir para um país tropical diferente em tudo de suas terras de origem.Foi este o sentimento que me invadiu ao percorrer uma pequena parte daquele Paço que um dia abrigou nossos Imperadores,suas esposas e filhos.Hoje as pessoas que frequentam aquela moderna livraria,não devem nem pensar nisto...o burburinho das mesas,os livros em imensas estantes,as gôndolas com CDs,DVDs e filmes,as iguarias deliciosas que fazem parte de um cardápio refinado,não permitem que o pensamento viaje por estas paredes e veja o invisível aos olhos.Somente uma romântica inveterada é acometida por estes pensamentos e o dia a dia das pessoas que ali se reúnem não lhes permite estas elocubrações,fonte de uma mente afeita ao divagar...

Paço Imperial











Eu e Lucinha


*

Café, Bistrô e Happy Hour no Centro do Rio de Janeiro

Café e Bistrô

Nosso Bistrô oferece serviço de almoço e lanche. Cardápio original idealizado em colaboração com a chef Roberta Ciasca e com interferências orientais de Chan Suen - consultora gastronômica.
Veja nosso menu, carta de vinhos e bebidas.

Happy Hour

Local agradável para Happy Hour em ambiente cultural.
Frequentado por turistas, quem trabalha ou estuda no centro da cidade.
Bebidas variadas: soft-drinks, cafés, cervejas, whiskys e drinks especiais.
Deliciosas refeições e aperitivos para degustação.



















Zizi,Virgínia,eu,Renata Guidinha,Lucinha e Jô




Endereço
Praça XV de Novembro, 48 - Centro




O Paço Imperial é um edifício colonial localizado na atual Praça XV, no centro histórico do Rio de Janeiro, Brasil.
Construído no século XVIII para residência dos governadores da Capitania do Rio de Janeiro, passou a ser a casa de despachos, sucessivamente, do Vice-Rei do Brasil, do Rei de Portugal Dom João VI e dos imperadores do Brasil. Atualmente é um centro cultural. Pela sua importância histórica e estética, o Paço Imperial é considerado o mais importante dos edifícios civis coloniais do Brasil.

    História

    Casa dos Governadores e Vice-Reis


    Vista do Largo do Paço (Jean Baptiste Debret, c. 1830). O Paço Imperial é o edifício 
    do lado esquerdo do largo. Ao fundo vêem-se, da esquerda para a direita, o Convento do Carmo, a Catedral e a Igreja da Ordem Terceira do Carmo. No centro, em primeiro plano, está o Chafariz de Mestre Valentim.
    A história do edifício começa em 1733, quando o governador Gomes Freire de Andrade, conde de Bobadela, pede ao rei D. João V licença para edificar uma casa de governo no Rio 1 . Cerca de 1738 começa a construção do edifício, seguindo o projeto do engenheiro militar português José Fernandes Pinto Alpoim, no Largo do Carmo (ou da Polé), atual Praça XV, no centro da cidade colonial 1 . A nova Casa dos Governadores foi inaugurada em 1743. Aproximadamente na mesma época o Largo sofreu outras intervenções urbanísticas importantes, com a construção das casas de Telles de Menezes do lado oposto ao do Paço (também projetadas por Alpoim) e a inauguração de um chafariz, trazido de Lisboa, no centro do largo 1 .
    Alpoim aproveitou os edifícios pré-existentes no local, o Armazém Real e a Casa da Moeda, na nova edificação, acrescentando dois pisos novos com janelas com pequenas sacadas e molduras de vergas curvas, na época uma novidade no Brasil. No interior há uma bela portada em pedra de lioz e vários pátios para a circulação, e o acesso aos pisos superiores se dá por uma bela escadaria. Até 1808 a Casa da Moeda e o Real Armazém continuaram a funcionar no térreo 1 .
    Em 1763, com a transferência da sede do Vice-Reino do Brasil de Salvador para o Rio, a Casa dos Governadores passou a ser a casa de despachos do Vice-Rei, o Paço dos Vice-Reis 1 .

    Paço Real

    Em 1808, com a chegada ao Rio da família real portuguesa, o edifício é promovido a Paço Real e usado como casa de despachos do Príncipe-Regente (e depois Rei) D. João VI. Nessa época o Paço sofreu obras de adaptação, tendo sido acrescentado um novo andar central à fachada voltada para a Baía da Guanabara 1 . Os interiores foram redecorados e o Paço ganhou uma Sala do Trono, onde ocorria a tradicional cerimônia do Beija-mão. Também se construiu um passadiço ao vizinho Convento do Carmo, onde se instalou a Rainha D. Maria I 1 .
    Para a aclamação do rei D. João VI foi construída a "Varanda", um anexo monumental entre o Paço e o Convento do Carmo, onde se realizou a cerimônia. A mesma Varanda foi utilizada nas coroações de D. Pedro I (1822-1831) e D. Pedro II (1840-1889), sendo demolida ainda durante o Segundo Reinado 1 .

    Paço Imperial

    Após a Independência do Brasil, o edifício passou a Paço Imperial, sendo chamado também de Paço do Rio de Janeiro, funcionando como despacho e residência eventual para D. Pedro I e depois para D. Pedro II 1 . No interior há uma sala, o Pátio dos Arqueiros, que ainda mantém a decoração em estuque original da década de 1840. Neste período a fachada recebeu o acréscimo de uma platibanda em torno do terceiro andar e que ocultava o telhado 1 . Foi no Paço que, a 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I decidiu ficar no Brasil e não voltar a Portugal (Dia do Fico) 1 . Também foi numa das salas do Paço que a Princesa Isabel assinou, dia 13 de maio de 1888, a Lei Áurea, libertando os escravos 1 . O Paço Imperial foi ainda o primeiro local fotografado na América Latina. Em 1840, o Abade Compte fez a primeira fotografia do Brasil, mostrando o Paço e o largo adjacente.

    Decadência e recuperação

    Após a Proclamação da República, as propriedades da Família Imperial e seus bens foram arrestados e leiloados. O Paço foi transformado em Agência Central dos Correios e Telégrafos 1 . A decoração interna - estuques, pinturas e decoração - foi destruída e dispersa. A platibanda foi retirada para a expansão do terceiro andar, que passou a ocupar toda extensão do prédio 1 . O pátio central foi ocupado e a fachada alterada com a introdução de frontões em estilo neo-colonial. Em 1938 houve o tombamento do prédio e só em 1982 o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional restaurou o Paço à forma que tinha em 1818 1 .

    O Paço hoje

    Atualmente o Paço Imperial é um Centro Cultural onde ocorrem mostras dos mais variados tipos (pintura, fotografia, escultura, cinema, música, etc). O Paço dispõe de uma biblioteca de arte e arquitetura (Biblioteca Paulo Santos) e várias lojas (livraria, disqueria, restaurante) .
    Fonte:Wikipédia



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