SONHOS E ENCANTOS

SONHOS E ENCANTOS

domingo, julho 31, 2011

UM POUCO DE MANOEL DE BARROS


A maior riqueza do homem
é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como
sou - eu não aceito.
Não agüento ser apenas um
sujeito que abre
portas, que puxa válvulas,
que olha o relógio, que
compra pão às 6 horas da tarde,
que vai lá fora,
que aponta lápis,
que vê a uva etc. etc.
Perdoai
Mas eu preciso ser Outros.
Eu penso renovar o homem
usando borboletas.Manoel de Barros

tudo a ver: EXPERIMENTE HOJE--------------- ------------- UMA PROPOSTA PARA OS MEUS AMIGOS

tudo a ver: EXPERIMENTE HOJE--------------- ------------- UMA PROPOSTA PARA OS MEUS AMIGOS

sábado, julho 30, 2011

FINAL DE FÉRIAS





 









Voltar à rotina,às roupas no varal,ao preparo das refeições familiares








                                                                   
.                                                                                                     .


Brincar com Ariel,ler,ver Tv,ouvir minhas músicas,e,esperar,esperar,esperar. 

                                  
Foi bom?Foi ótimo!!!O tempo cooperou,a praia estava linda,todos muito alegres,enfim,semana perfeita deunião e confraternização.Minha cerveja sempre geladíssima,o vinho na temperatura correta.E,hoje,nossa querida caseira Marilene fechou nossas férias com chave de ouro:uma bacalhoada de se comer de JOELHOS...................................................................................................................................................

FIM DE FÉRIAS

 Está um lindo dia,com céu azul e vento forte que derruba as folhas do cajueiro,do abacateiro e do pé de araçá para desespero de nossa caseira que,de vassoura em punho,trava uma batalha com o vento e fala sózinha,briga e se descabela...
   Já tomei o meu café da manhã e vou agora curtir o meu último dia de férias...uma semana é muito pouco,o tempo voa quando a gente está feliz.

Reflexões Floridas: Espuma-Poetrix

Reflexões Floridas: Espuma-Poetrix

quinta-feira, julho 28, 2011

ALMAS PERFUMADAS _______ ANA JÁCOMO






Tem gente que tem cheiro de passarinho quando canta


De sol quando acorda.
De flor quando ri.
Ao lado delas, a gente se sente no balanço de uma rede que dança gostoso numa tarde grande, 
sem relógio e sem agenda. 
Ao lado delas, a gente se sente comendo pipoca na praça,
lambuzando o queixo de sorvete,
melando os dedos com algodão doce da cor mais doce que tem pra escolher. 
O tempo é outro.
E a vida fica com a cara que ela tem de verdade, 
mas que a gente desaprende de ver.
Tem gente que tem cheiro de colo de Deus.
De banho de mar quando a água é quente e o céu é azul.
Ao lado delas, a gente sabe que os anjos existem e que alguns são invisíveis.
Ao lado delas, a gente se sente chegando em casa e trocando o salto pelo chinelo,
sonhando a maior tolice do mundo com o gozo de quem não liga pra isso.
Ao lado delas, pode ser abril, 
mas parece manhã de Natal do tempo em que a gente acordava e encontrava
o presente do Papai Noel.
Tem gente que tem cheiro das estrelas que Deus acendeu no céu
e daquelas que conseguimos acender na Terra.
Ao lado delas, a gente não acha que o amor é possível, a gente tem certeza.
Ao lado delas, a gente se sente visitando um lugar feito de alegria,
recebendo um buquê de carinhos, abraçando um filhote de urso panda,
tocando com os olhos os olhos da paz.
Ao lado delas, saboreamos a delícia do toque suave que sua presença sopra no nosso coração.
Tem gente que tem cheiro de cafuné sem pressa, do brinquedo que a gente não largava,
do acalanto que o silêncio canta, de passeio no jardim.
Ao lado delas, a gente percebe que a sensualidade é um perfume que vem de dentro e que a atração que
realmente nos move não passa só pelo corpo.
Corre em outras veias. Pulsa em outro lugar.
Ao lado delas, a gente lembra que no instante em que rimos Deus está conosco, juntinho ao nosso lado.
E a gente ri grande, que nem menino arteiro.


quarta-feira, julho 20, 2011

A GRAVIDEZ DA AMIZADE _ LETÍCIA THOMPSON

Toda amizade é uma história particular. É uma história de conquista.
Primeiro, descobre-se o outro. Todo mundo parece igual, mas não é. E é justamente essa coisinha diferente em cada um que torna cada pessoa única. E de repente ali está a sementinha da amizade fecundada. A gestação começa.
São pedacinhos de nós que vão ficando nas conversas e pedacinhos do coração do outro que vão caminhando pra dentro da gente. Há os risos e os sorrisos, a partilha de coisas simples ou de coisas importantes. As descobertas, cheias de surpresas muitas vezes. A voz calada que pensa, não diz nada... adivinha!...
Fazemos idéia imediata de uma pessoa ao primeiro contato. Julgamos? Talvez. E só os próximos dias, horas ou instantes vão nos dizer se julgamos certo. Acontece de nos termos enganado em certos pontos e quantas vezes não bendizemos isso! Claro que ninguém gosta de estar enganado. Mas quando descobrimos um palhacinho por detrás de uma pessoa séria e reservada é maravilhoso saber que pudemos nos enganar. Se todos os enganos fossem assim abençoados!...
A sensibilidade do outro nos toca. Dá até vontade de chorar. Não sabemos direito o porquê de nos sentirmos próximos de alguém assim tão longe, tão diferente e tão igual. Mas amizade, como o amor, não se questiona. Vive-se. Dela e pra ela.
É preciso dar tempo ao tempo para se saber cativar e ser cativado. Quando saímos às pressas sempre temos o risco de deixar alguma coisa esquecida. Mas se tomamos o tempo de olhar bem, refletir, conversar, conversar e conversar... e rir e brincar e ficar em silêncio!... Se deixamos que essa flor nasça cuidadosa e docemente... aos poucos ela vai vendo a luz do dia. Maravilhando-se. Contemplando o outro com novos olhos, ou nova maneira de olhar. Tudo vira encanto!
Que o outro ria de mim ou pra mim, mas que ria! Gargalhe, faça festa!... Que eu seja nem que seja por um pouco responsável por esse rosto iluminado, por essa vontade de viver e de ver o que virá depois.
Bendita seja essa gestação amiga! Sem prazo, sem tempo, sem hora marcada! Bendita seja essa amizade, prova de que Deus se faz conhecer através das pessoas que alcançam nosso coração.

terça-feira, julho 19, 2011

DE SÔNIA HIRSCH ---------- BOCA FELIZ __ COMER É BOM E EU GOSTO

Ninguém precisa ser naturalista para melhorar a alimentação.
Mas, afinal, o que é um naturalista?
Antigamente chamavam assim as pessoas que iam viver nas ilhas: todo mundo pelado no meio da natureza, tomando banho de sol e de chuva, comendo fruta, observando passarinhos e convivendo com as cobras numa boa. Mas essa moda não pegou, e hoje em dia naturalista é principalmente quem come comida natural.
E o que é comida natural? Existe alguma comida que não seja natural?De uma forma ou de outra, tudo é tirado da natureza. Até o plástico, que vem do petróleo, que por sua vez vem lá do fundo da terra, pode ser considerado natural. No entanto, o plástico não se desmancha de novo na terra; não é como a madeira, a casca de banana ou o corpo da gente que vieram do pó e ao pó voltarão; podem se passar anos que o plástico ainda estará do mesmo jeito.
Existem comidas que são como o plástico — não se desmancham dentro do corpo, não se misturam com a nossa natureza de uma forma normal. Então, aqui e ali começam a aparecer os montinhos de lixo que a gente comeu. Em volta deles vão se instalando as bactérias, os vírus e os micróbios, e dali a pouco tudo já virou bagunça, ou seja: doença.
Quer dizer: certas comidas agridem a nossa natureza, enquanto outras se integram ao nosso corpo de uma forma completamente natural. Por isso é que se fala comida natural.
Por exemplo, a dona Maria, lá daquele lugarejo do sul de Minas, come comida natural. O feijão vem da roça do Bento, o arroz quem traz é dona Fujiko, o milho e o aipim e as verduras são ali do quintal mesmo e as frutas aparecem conforme Deus vai dando: banana, laranja, tangerina, jaca, mamão, jabuticaba, abacate, cada qual na sua estação. Os ovos também são do quintal, postos todo dia pelas galinhas que têm até nome. E se acontece de comer um frango, um leitão, um cabrito ou uma carne de vaca, todo mundo sabe que o animal era bem tratado e sem nenhuma doença.Dona Maria tem uma saúde de ferro.
Muito longe de Minas, lá nas bandas do Maranhão, seu Ribamar também come comida natural: é um peixe, uma caça, um milho, uma farinha de mandioca, um óleo de coco babaçu, umas folhas de vinagreira cozidas só no bafo da panela, muita castanha-do-pará, banana, coco e todas as frutas que Deus também dá por lá. Seu Ribamar é outro que tem saúde de ferro.
Agora: o filho da dona Maria e a filha do seu Ribamar, que foram atrás de outra vida na cidade grande, não comem comida natural, não. Porque na cidade nada é colhido ou criado, tudo é comprado no supermercado, enlatado, empacotado, congelado, superconservado, já vem preparado, já vem temperado, já vem salgado e adoçado que é pro freguês ficar bem acostumado... Então eles comem é muita lataria, refrigerante, salsicha, quitute, macarrão com molho pronto, pão com margarina, doce, biscoito, café com leite. Sabem que não é uma comida forte, mas vão comendo assim mesmo.A saúde deles é muito fraca. Sentem dor de cabeça, acordam cansados, se irritam com facilidade, volta e meia estão com gripe. A filha do seu Ribamar tem prisão de ventre e está engordando muito, o filho da dona Maria sente uma queimação no estômago que parece úlcera. E Júnior, o herdeiro, que só tem três anos, vive dando entrada no hospital por causa de asma.
Nós somos o que comemos. Assim como uma árvore precisa de terra boa para crescer e dar frutos, gente precisa de alimentos bons para ser feliz.O filho da dona Maria e a filha do seu Ribamar não percebem que a comida fraca está sabotando todo o seu sonho de felicidade.E você, como é? Já parou pra pensar se a sua comida está ajudando ou atrapalhando você?
brocas

segunda-feira, julho 18, 2011

VALOR DE USO,QUÊ?.... ELAINE TAVARES

Valor de uso, quê?...

por Elaine Tavares *
publicado em 4/7/2010.
Ali estava eu, enredada nos livros, tentando entender a diferença entre valor de uso e valor de troca. Marx, Engels, Ludovico Silva, Lenin, Rosa... A cabeça fervilhando em idéias. Então, do nada, ela foi escalando pelas minhas pernas. Nenhum respeito para com aqueles velhos parceiros que tentavam melhorar a minha compreensão sobre o mundo capitalista, predador.

Sem medida, ela foi mordendo meus dedos, arranhando o casaco, fincando as unhas na minha cara. Qualquer tentativa de deixá-la quietinha no colo era logo rechaçada com um movimento brusco, um pulo, uma desenfreada alegria. Era a gata que me tem, a Bartolina Sisa, bebezinho de pouco mais de dois meses. Pedaço de vida insuportavelmente alegre. Criança ainda, ela só quer brincar.

Então eu fiquei a pensar sobre o valor de um gato. Será valor de uso ou de troca? Terá alguma utilidade? “Esses bichos não servem pra nada”, me diz um amigo. Logo, não tem valor? Ela, alheia às elucubrações filosóficas que giravam na minha cabeça, só me olhava com seus olhos graúdos e me convidava à brincadeira. Nada de Lenin, nem de Marx. Só aquele saltitar inconseqüente, infantil, alucinado. Corre aqui e ali, esconde-se sob a cadeira, pula no colo, sobre nos ombros, salta pela mesa, come os óculos, mastiga o cabelo e sai correndo. Mais um minuto e volta, e tudo de novo.

Impossível seguir estudando. Alguém ali exigia um tempo. Queria essa delícia do nada fazer, da risada cristalina, da inefável doçura, do tempo parado na alegria. As patinhas vez ou outra se transformando em afiadas garras ao estilo Wolverine. E esse jeito gato de ser, tão majestoso, tão cheio de si, tão imponderável.

Assim, em nome da Bartolina, dei um tempo ao velho Marx. Gato não tem valor, nem de uso, nem de troca. Gato é isso, pura graça. E graça no sentido teológico, como momento de absoluto encontro com o sagrado.



Sobre o Autor
Elaine Tavares: Jornalista e educadora popular. Mestre em Comunicação Social pela PUC/RS. Trabalha na universidade pública desde 1994, hoje integrando o grupo do OLA. É uma das coordenadoras gerais do Sindicato dos Trabalhadores da UFSC e atua no projeto de arte, cultura e comunicação popular Barca do Povo.

quinta-feira, julho 14, 2011

DE RICHARD BACH

O que a lagarta chama de fim do mundo, o homem chama de borboleta.
Richard Bach

ROBERTO CARLOS como vai você

Esta música me remete a um tempo de ternura,de felizes tardes coloridas,de beira de rio de águas cristalinas,de muita PAZ.

COMO VAI VOCÊ?

Como estão vocês,minhas queridas,no dia de hoje?Alegres,felizes,tristes ou deixando a vida correr,sem sobressaltos, mas também sem assombros,sem emoções,sem "frisson",sem espanto..
      Segundo Erich Fromm,nessa vida de hoje,a pena é que muitos de nós morremos,antes de termos nascido plenamente.Não se percam!Elizabeth Kubler Ross nos diz que as pessoas que mais gritam no leito de morte são as pessoas que nunca viveram.Foram observadores da vida,mas não participantes ativos.Não correram riscos.Ficaram de espectadores.
     Houve uma época em minha vida em que,quando as pessoas me perguntavam:"como vai você?",eu respondia:"desvivendo..."e,com isto,perdi um tempo enorme de minha existência,
lamentando por algo,que só eu poderia fazer por mim,viver plenamente a minha vida.
      E então repito a pergunta:como vão vocês???


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quarta-feira, julho 13, 2011

SIMPLICIDADE

Primeiros anos     

      FERNANDA TAKAI

Embora nascida no Amapá, Fernanda vive desde os nove anos de idade em Belo Horizonte, onde iniciou sua carreira musical. Desde pequena ouvia música, especialmente rock inglês e pop rock, embora tenha crescido, pela influência da família, com a MPB - um dos motivos que a fez produzir um disco solo em homenagem à Nara Leão.[1] Começou a ler gibis de Maurício de Sousa, depois Monteiro 
Lobato e Cecília Meireles.[2]

Pato Fu   SIMPLICIDADE

Composição: John
Vai diminuindo a cidade
Vai aumentando a simpatia
Quanto menor a casinha
Mais sincero o bom dia
Mais mole a cama em que durmo
Mais duro o chão que eu piso
Tem água limpa na pia
Tem dente a mais no sorriso
Busquei felicidade
Encontrei foi Maria
Ela, pinga e farinha       
E eu sentindo alegria
Café tá quente no fogo
Barriga não tá vazia
Quanto mais simplicidade         
Melhor o nascer do dia

Pato Fu - Simplicidade

Tô Voltando

terça-feira, julho 12, 2011

MENSAGEM DE AGRADECIMENTO AOS MEUS AMIGOS


Meus amigos virtuais
© Letícia Thompson

Depois que conheci a Internet ganhei muito da vida.
Ganhei abraços virtuais que chegaram na hora certinha que eu estava precisando; ganhei flores que coloriram meu dia, músicas que me alegraram e também me deixaram saudosa…
Ganhei horas e horas de riso na frente da tela, que até me fizeram esquecer que estava diante de uma máquina…
Ganhei também pontadas no coração, algumas decepções, lágrimas de tristeza e de alegria… e até colo quando estava doente!!!
Ganhei, em resumo, amigos em todas as partes do mundo!
Virtual é uma idéia que nossa imaginação sustenta. Mas os amigos virtuais vão muito além disso: eles tornam-se uma realidade física, benéfica e necessária.
Só não nos esqueçamos que a vida tem dois lados e que à nossa volta o mundo sofre de carência e solidão.
A internet torna-se um vício para muitos e temos que procurar onde estão os limites.
A moderação do nosso comportamento diante da tela vai nos fazer ganhar amigos inúmeros espalhados por aí, tais flores campestres, belas e livres… e vai solidificar as outras amizades que nos envolvem, flores essas belas no jardim na nossa casa, mas freqüentemente esquecidas…

Oswaldo Montenegro - Drops de Hortelã

sexta-feira, julho 08, 2011

Da QUERIDA MANUELA BARROSO


TARDES MANSAS

"Paisagens Naturais" de Helena Chiarello
cacadorinfoto.blogspot.com
Os dias quentes de verão eram o repouso imposto aos corpos exaustos, castigados pelo trabalho árduo
do campo.
A sombra das laranjeiras casava-se com a folhagem oferecida da ramada, donde pendiam agora os cachos negros de verdelho e retinto e que serviam de suporte a ninhos de cerezinas que espreitavam curiosas os estranhos vultos humanos...
...Mas as tardes tinham outro encanto!
O tempo ia correndo preguiçoso entre o rio e um livro à sombra da laranjeira pingando flores intensamente brancas, intensamente perfumadas...
...e deixava  o "amor" adormecido no meio  do romance e fazia-me ao rio com um pequeno e rudimentar apetrecho de pesca...
Tardes de pura quietude!
 Deixava-me absorver pela  mansidão das águas e dos pequenos peixes em recreio, que brincavam com as libelinhas que sobrevoavam a capa das águas  que também  dormiam e onde eu me espelhava juntamente com os choupos  que emolduravam o meu corpo.
Era um cheiro a frescura, a água lavada, misturado com o lodo verde onde serpenteavam enguias e trutas esguias...
...e lançava o meu isco...e sorria...
...Os peixes, numa desconfiança atrevida, apareciam parcimoniosamente picando o anzol, com um "não te quero" ..."mas volto"...
...e davam meia volta como num bailado sem vénias!
... E... nada!
Mas era gostosamente doce e relaxante, sentir o vai-e-vem, o sossego que os barbos e bogas me transmitiam...
...e eu não queria o peixe...eu queria o prazer da tranquilidade das águas sobrevoadas pelas libelinhas , e que se agitavam em tremura, juntamente com o voo rasante das andorinhas...
...E neste relaxamento induzido pelo coaxar das rãs e o borbulhar das águas transparentes nos seixos, onde o céu azul mergulhava, transportava-me para o meu lugar seguro, onde não tinha necessidade
de defesas nem de escudos...
...Era eu própria!
Deixava-me embalar nesta onda de paz...
...olhava o Universo...
...e sentia-me à porta de minha Casa!
Corria uma maré frisante que arrepiou os meus cabelos acordando-me do torpor de pensamentos.
Mergulhei na água cristalina que me acordou...
...as folhas dos choupos dançavam dizendo adeus...
...e enfeitei os meus olhos com espelhos de água e libelinhas num entremeio de renda...
... por onde os raios de sol penetravam...
... bordando este lençol  que cobre ainda o meu berço de menina!

sexta-feira, julho 01, 2011

VALE A PENA ASSISTIR

Hoje assisti ao programa SARAU,da
GLOBO NEWS,sobre o carnaval em Pernambuco.Este programa é brilhantemente conduzido por Chico Pinheiro,e assisto sempre à reprise,que vai ao ar de manhã,sempre na sexta feira subsequente à exibição normal.Vale a pena acordar mais cedo para assistí-lo.
No 'Sarau' desta sexta-feira, dia primeiro de julho  , o apresentador Chico Pinheiro recebeu os cantores e músicos Alceu Valença e Geraldo Azevedo e os integrantes da Spok Frevo Orquestra, que juntos fazem uma homenagem especial ao frevo.

A gravação do programa foi realizada em Pernambuco, na cidade de Recife, considerada palco de um dos carnavais mais diversificados do Brasil, reunindo públicos de todos os tipos e diferentes gêneros musicais. No encontro, os artistas lembram de histórias sobre os ritmos pernambucanos mais conhecidos, como o frevo, o maracatu e o baião, e falam da admiração por artistas como Jackson do Pandeiro e Capiba. Juntos, os convidados tocam e cantam ainda sucessos como "Banho de Cheiro", "Pirata José" e "Voltei, Recife".

Memórias de uma Senhorinha

Memórias de uma Senhorinha E o tempo , este senhor Implacável e do qual não podemos fugir, anunciava o final das férias e o temido moment...

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