SONHOS E ENCANTOS

SONHOS E ENCANTOS

segunda-feira, julho 16, 2012

MEMÓRIAS DE UMA SENHORINHA







E o sonho,ah, o sonho continuava...e ela não queria despertar,borboleta fora do casulo, o que mais queria era voar...


E,após as festividades em homenagem ao Presidente  de Portugal,não havia mais sentido em continuarem em um hotel no centro da cidade,muito lindo,muito confortável,mas distante do mar que ela tanto amava.Por sugestão do cunhado,que passou a ciceroneá-los,mudaram-se para o Luxor Hotel,em Copacabana,de frente para o mar e próximo a cinemas e teatros.


Postado por SAUDADES DO RIO em 06/10/2008 07:02

HOTEL LUXOR - 1957
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Em 1957, há 51 anos, realizou-se no Rio o 11º Campeonato Mundial de Basquetebol Feminino.

Na fotografia vemos duas integrantes do time da Hungria que, segundo reportagens da época, chamaram a atenção por freqüentarem a praia de Copacabana com maiôs de duas peças.

Provavelmente a delegação húngara estaria hospedada no Luxor Hotel, que se vê ao fundo, situado na Avenida Atlântica entre as ruas Figueiredo Magalhães e Santa Clara.

Atualmente a fachada principal do Luxor Hotel está bem diferente desta que vemos na foto, não tendo mais as varandas.

Podemos observar que o paredão de prédios ainda não estava completo, com espaços livres entre as construções que permitem a visão dos prédios da Rua Domingos Ferreira.


Com o cunhado conheceram os melhores restaurantes,os melhores cinemas e teatros e visitaram os pontos turísticos mais interessantes da cidade.

A confeitaria Colombo,deslumbrante,com seus espelhos e sua decoração art nouveau era um ponto alto nas atrações da época.
Entre 1912 e 1918 os salões do interior da confeitaria foram reformados, com um toque Art Nouveau, com enormes espelhos de cristal trazidos da Antuérpia, emoldurados por elegantes frisos talhados em madeira de jacarandá. Os móveis de madeira do interior foram esculpidos na mesma época pelo artesão Antônio Borsoi.
 Os cafés e confeitarias eram tradicionais pontos de encontro da sociedade e de intelectuais (VELLOSO, 2000). A tradicional Confeitaria Colombo abriu filial na Avenida Nossa Senhora de Copacabana em 1945.
A repressão do Estado Novo fechou bares e clubes musicais na Lapa e arredores, logo os freqüentadores dessa vida noturna, isto é, os músicos, poetas, jornalistas e boêmios gradualmente migraram para Copacabana, que já abrigava diversos locais importantes de sociabilidade, especialmente com o glamour e agitação dos cassinos e o intimismo das boates e nightclubs. A maioria dessas casas noturnas pertencia:
A homens de negócios, a homens que querem mais do que nada lucro, lucro e lucros. Então alguns atropelam, fazendo do uísque uma mistura rala e multiplicada, para que seus bolsos encham. Em Paris, parece, há mais de diferente neste espírito noturno. O homem da noite paga alto para ver coisas que realmente valem seus preços e nunca por um cartaz sem cartaz, ou um “show” mambembe, de mau gôsto e de mau jeito.



E os cinemas...
Na primeira década do século foi inaugurado o primeiro cinema do bairro na Praça Serzedelo Correa. Em 1910, foi aberto o Cinema Copacabana, o Cinema Atlântico, em 1920 e o Cinema Roxy inaugurado em 1937. Na década de 1940, o Atlântico foi rebatizado como Ritz, além da inauguração das novas salas: Metro, Rian, Alvorada, Caruso, Ricamar e Riviera. A partir de 1957, a Galeria Alaska abrigou dois cinemas, o Alaska e o Royal, além do restaurante alemão no subsolo, o Katacombe, que posteriormente virou nightclub.

O primeiro filme a que assistiu:Morangos Silvestres.
Dirigido por Ingmar Bergman,este filme sueco a impressionou e marcou por muitos anos.
Outros viriam,era apaixonada por cinema...


  

No caminho da Universidade de Lund, onde receberá um prêmio pelos 50 anos  de carreira, o professor de medicina Isak Borg (interpretado pelo cineasta Victor Sjöstrom) relembra os principais momentos  de sua vida, temendo a morte que se aproxima. 

Vários outros a encantaram,Sissy,a Imperatriz;Sissy e seu Destino;Em cada coração uma saudade,e muitos,muitos mais...
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E a viagem estava chegando ao fim...outra começaria,uma viagem à vida real,temida por ela por ser uma experiência totalmente nova...a menina de caracóis,transformada em dona de casa e fazendeira.

Vamos conhecer a casa onde tudo começaria...no interior das Minas Gerais,distante apenas quinze minutos (de charrete)da simpática cidadezinha de Miradouro.Só tenho esta foto,da casa ainda em construção...à varanda foi acrescentada uma bela escada e um balaústre de madeira torneada.Ao redor da casa um terreiro de café e coqueiros à toda volta.E foi assim que nossa senhorinha conheceu a casa,já pronta,com um jardim à sua frente,o terreiro de café e os coqueiros.
A saleta de entrada exibia uma pintura executada por um famoso pintor da região.As janelas da frente(3)e as duas do lado esquerdo eram do quarto do casal,enorme,com uma ante sala...uma pia de louça delicadíssima,com desenhos finamente criados,era o destaque deste cômodo.Aliás,todos os aposentos da casa contavam com um lavatório deste mesmo calibre.
Após a saleta,adentrava-se a uma sala de jantar,esmeradamente pintada com uma barra imitando madeira e um rodateto com pinturas de delicadas flores.
No meio do aposento,destacava-se a mesa,imensa,com 12 lugares...uma cristaleira toda espelhada,logo atrás e um outro móvel,uma espécie de aparador com tampo de mármore cinza e um espelho...um corredor,saía desta sala e ia ter na cozinha,com um enorme fogão à lenha reinando,absoluto,no centro e uma outra mesa,um pouco menor que a da sala,no canto direito...prateleiras rodeavam a cozinha,com as panelas de ferro,os enormes caldeirões,o moinho de café,a máquina de moer carne e o torrador de café,uma traquitana antiga à qual ela ainda não havia sido apresentada...ah, e o velho machambombo(ferro de passar roupa à carvão).
Imaginem o choque de nossa amiguinha ao se aperceber como dona de uma casa tão grande,com empregadas que a olhavam espantadas...com certeza admirando-se com sua pouca idade,seu porte franzino e seu ar de cidade.


Um detalhe ficou esquecido...na sala de jantar,convivendo com a bela mobília,a um canto,uma pilha de sacos de café!!!


Eu estou indo,mas na semana que vem,estarei de volta...aguardem.
                 Bjssssssss






31 comentários:

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Oi de casa!!!
Leninha, cheguei cedinho, sentindo um gostoso "xêro" de café donzelo!
Adorei, toda a narrativa, agora com uma bela senhora recém-casada.

Você citando o nome do hotel, dos cinemas, ruas do querido Rio de Janeiro e eu a relembrar meus 25 anos de "hóspede" dessa terra maravilhosa: conheço-o com as palmas das minhas mãos.

Que casa tão grande e tão linda, com móveis e apetrechos de encantar e "inibir" qualquer senhorinha inexperiente...
Muito bom, tudo!
Eu volto, pra ver no que "isso" vai dar...
Beijinhos,
da Lúcia

✿ chica disse...

Viajo contigo nas tuas lembranças e tantas passam pelas coisas que conheço...Lindo!@!beijos praianos,chica

Dalva Rodrigues disse...

Impressionante o quanto ainda guarda tão bem os detalhes de seus anos vividos...um presente!!!

Palavresias disse...

E a história vai sendo tramada, agora numa vida a dois. Texto e imagens bem postadas.
Bjks doces e boa semana.

manuela barroso disse...

Ao ler-te acompanhei~te em cada detalhe tal o pormenor descrivo que tão bem te carateriza.
E como os sonhos não duram sempre Leninha, vamos ver-te, penso noutros sonhos, lembrando-me dos bolos que dizias serem feitos na fazenda. E como não há bela sem senão, ainda terias umas ajudas para suavizar os trabalhos desse casarão, café quente à tua espera, bolinho de fubá...Adivinhei?
E esse cheirinho a terra molhada logo pela manhã, sem o ruído dos "buses"! Ah! Fico à espreita, esperando a tua adaptação.
Um enorme abraço!

Moro em um Kinder Ovo disse...

Você tem fotos da casa da fazenda? Sua memória é fantástica e eu gostaria muito de ver fotos dela. E adorei a pilha de sacas de café na sala - a fazenda do meu pai era assim e ele fazia a casa de tulha. E sempre dizia - aqui é fazenda de homem, sem frescuras de mulher. Oh saudades!!!

Helena Chiarello disse...

O romantismo do relato, entremeado por dados históricos, valoriza ainda mais a tua história, Leninha...
Que coisa boa!
E essas "memórias" não poderiam ter melhor título! Que memória a tua, hein? rss
Beijo grande e meu sempre carinho, querida amiga!

Ivani disse...

tem razão nossa querida Hela, acima, quando diz que os dados historicos enriquecem a sua narrativa.
Delicia de ler!. o Rio de janeiro daquela época já não existe, e devia ser maravilhosos.
Que pena que acabou a lua-de-mel!!!
Vamos começar a vida real agora!
Mas a casa devia ser muito bonita, um belo cenário para o começo de uma familia!
Ri com os sacos de café a um canto da sala...nada decorativos com certeza rsrsrs!
fico aqui aguardando a continuação. Sei que não vou me decepcionar.
Beijos e parabéns pela bela memória!

Majoli disse...

Leninha, tu és uma fofa, sabia?
Fico boquiaberta com sua memória, com seu jeito tão especial de relatar...faço uma viagem no túnel do tempo e me sinto em cada lugar que descreves.
Os fatos históricos misturados ao que viveu...adoro!

Um beijo especial pra ti.
E até semana que vem.

Marcio JR disse...

Mas por certo que aguardarei a semana que vem, e garanto que com certa ansiedade.

Leninha, minha querida amiga. Acompanhar esse "descobrir" da nova vida que a menina está tendo é fantástico. A cada passo dela, a cada capítulo, é uma aula que vai da história ao sentimento puro da saudade. Hoje, descobri o "machambombo", que aliás até a pouco tempo ainda existia aqui em minha casa, meio esquecido pelos cantos. Jamais iria imaginar que o ferro a carvão tinha esse nome.

Você me atiçou com a casa na fazenda, e estou curioso para saber como foi a adaptação da menina a esta nova vida, tão diferente daquela em que ela estava acostumada.

Minha amiga, estou de blog novo. Meu blog antigo, por motivos de desapego, acabou saíndo do ar. Fico sempre encantado com sua presença, e por certo, minha nova casa se iluminará ainda mais com você por lá. Caso queira me fazer uma visita, meu novo endereço é este:

http://deprosaprovento.blogspot.com.br/

Bjs pra ti, Leninha. E uma ótima semana.

Marcio

Su disse...

Leninha, com o cházinho nas mãos, li sua história, e tudo tão fascinante, os detalhes, o despertar dessa jovem recem-casada, a vida na fazenda, esse mundo completamente novo que vai surgindo em sua frente. Fiquei aqui te imaginando em meio aos empregados, a casa tão grande, a esse lindo conto "real" de fadas". E sua memória, ahhh, é fantástica mesmo, e adoro esses fatos históricos colocados pelo meio do caminho, assim estou conhecendo mai o Rio...
Um verdadeiro encanto mesmo! Um livro de memórias lindo e rico em seus detalhes!
Volto pra ler mais...
Beijos e eu cuidando do meu resfriado aqui...
Su.

Toninhobira disse...

Bom é viajar sentado e ainda ter aula de historia com belas lembranças de um tempo feliz sim Leninha.
Um terno abraço mineiro de flor.
Beijo.

nany disse...

hummm que sonhos maravilhosos.. conhecer fantásticos restaurantes ir ao cinema.... ahhh que delicia de viagem..


Há tem sorteio lá no me blog...
mais corre que as inscrições só vão até o dia 28/07.

beijos

Anne Lieri disse...

Leninha,cada vez mais interessante seu relato entrelaçado com momentos históricos do país!Curiosa pelo próximo capítulo!bjs e meu carinho,

Anderson Fabiano disse...

Leninha,
você sabe passear pelas lembranças e lançar-nos nos sorrisos de nossas próprias memórias.
meu carinho,
anderson fabiano

Zilani Célia disse...

OI LENINHA1
COLOQUEI EM DIA, VOLTO A SEMANA QUE VEM.
ABRÇS

zilanicelia.blogspot.com.br/
Click AQUI

Evanir disse...

Hoje minha postagem falo um pouco de mim
postei uma entrevista feita por uma amiga de todos nós blogueiros.
Creio que falei um pouco de tudo sobre mim.
Espero sua presença para comentar essa postagem.
Deixei um pedacinho de mim na postagem
quero compartilhar minha vida com as pessoas que faz parte
da minha vida.
Para mim amizade virtual não existe
a pessoa é aquilo que é na vida real ou virtual.
Os nossos valores jamais conguiremos esconder
nem alguns defeitos que todos nos temos.
Beijos no coração com carinho,Evanir.

Liz - Como as Cerejas da Minha Janela... disse...

Que bonito que bonito que bonito...
Que linda descrição da Confeitaria Colombo, parece até que vi passar por ali antigos e velhos músicos e compositores, que por decerto ali estiveram, como Chiquinha Gonzaga e sua famosa roda de amigos. No filme de sua vida passam várias cenas dela em uma confeitaria, talvez fosse esta.

Fez-me reviver também o filme de Ingmar, Morangos Silvestres, uma obra de arte.
E a fotografia da casa da fazenda, que tesouro tem guardado... que delícia esse passeio ao passado com voce, Leninha. Uma gostosa e serena viagem pela sua vida... que vida rica e bonita, querida...

Um beijo com muito carinho...

mfc disse...

Esse hotel era simplesmente fantástico!
Que beleza,
Beijinhos, Leninha!

Patricia Galis disse...

Leninha viajo sempre por aqui, quero conhecer a confeitaria Colombo já vi algumas reportagens, tudo ficou um encanto ....dorei.

Calu disse...

Leninha,
estes passeios inesquecíveis pelo Rio da belle époque, pelas paisagens mineiras, marcantes, deixam em mim o gosto de quero mais:clima de histórias, aroma de café,sonhos de uma senhorinha.
Só dispenso o ferro a carvão,rsrsrs...
Bjos, querida,
Calu

silvioafonso disse...

.



Eu tenho amigo que só por vai-
dade se diz meu amigo e fiel.
Eu tenho amigo que dormiu co-
migo e me traiu para servir a
outro que certamente trairá,
também.
Eu tenho amigo que fugiu da
minha companhia quando mais
eu precisei de uma palavra, mas
em compensação eu fui e sou a-
migo dos que eu escolhi para
ser, mesmo que me traiam, mes-
mo que de mim não se lembrem,
já que eu sou tão amigo que me
basto.

Feliz dia do amigo, minha amiga
Leninha, mulher de todas as ho-
ras inclusive das mais imprópri-
as no conceito da espécie.

Beijos do Palhaço Poeta.






.

Evanir disse...

A amizade é o convívio do dia-a-dia.
Estar juntas nos momentos felizes e nas horas
difíceis
compartilhar o sofrimento
um do outro( outra) dividir momentos de felicidade.
È a cumplicidade é compriender e acima de tudo
confortar quando algum de nossos amigos(AMIGAS)
precisam de uma unica palavra de carinho para fazer seus dias melhores.
Não podemos chamar de amigo (A) aquele que sem motivos
se afasta de nós quando mais precisamos de
uma palavra de carinho .
Um feliz Dia do amigo .
Obrigada por um dia ter colocado mu nome
na sua lista de amigos(AS).
Que seu final de semana seja feliz
sua amiga para sempre,Evanir.
FELIZ DIA DO AMIGO.
Evanir..

Patricia Galis disse...

Um amigo verdadeiro é alguém que crê em ti ainda que teu deixes de crer em ti mesmo.
Feliz dia do amigo.

Severa Cabral(escritora) disse...

Boa noite amiga querida !
Sabia que na bilheteria da vida os ingressos para comprar um amigo se encontra nos atos e atitudes e dai nos humanizamos .Por isso que te fiz de minha amiga.
F*E*L*I*Z***D*I*A***D*O***A*M*I*G*O***!!!

Veronica Kraemer disse...

Amei , Leninha querida!
Volte logo, pois me delicio com seus posts!
Beijosssssssssss e um domingo abençoado pra ti
Vero

Amapola disse...

Boa noite, querida amiga Leninha.

Uma vida totalmente nova...

Lembro-me de muita coisa que você narrou.
O filme SISSY foi magnífico...
EM CADA CORAÇÃO UMA SAUDADE, fez muita gente chorar de emoção.

Amei, e estou aguardando o próximo capítulo.

Tenha um abençoado fim de semana.

Beijos.

Severa Cabral(escritora) disse...

Vim hoje dá continuidade a essa leitura que a cada lida me deixa mais impressionada.Como pode uma pessoa viver dentro dessa realidade.Eu me apaixonei desde o primeiro capitulo e vejo que a cada leitura fico com o desejo de continuar,mesmo sabendo que ainda tem muitos capítulos para ser desbravados.eu fico me imaginando ter vivido essa vida que passastes mesmo sem saber o que me aguarda nos próximos capítulos.
Agora encerro esse capítulo muito emocionada ...
bjssssssssssssss

Renata Guidinha disse...

Como não escrever um livro tendo em suas mãos um novelão desses? Estou aqui querendo mais, mais e mais... Assim não dá, meus amigas blogueiros terão que esperar muito até conseguir chegar no cantinho deles. Tô agarrada aqui...
Se eu fosse morar nessa casa ia ser uma complicação, compraria uma bússola, pois perderia o meu norte. Isso tudo é grande demais. Como administrar?
Êta história boa, sô!
Bjks

Anônimo disse...

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Beth/Lilás disse...

Leninha querida, que delícia ler suas memórias!
Muitas de nós que já passaram dos 50 anos, tem uma colcha de retalhos, uma vida cheia de histórias e lembranças, muitas delas boas e que devem ser relembradas e compartilhadas assim com outras, pois nos faz relembrar também a nossa.
Saudade daquele tempo bonito e cheio de gentilezas!
um grande abraço carioca


      As palavras do poeta martelavam em sua cabeça... sabia do cair e do levantar também... tantas vezes experimentara o caminho resva...

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